Tuesday, May 5, 2015

Forjado pelo Fogo

Ocasionalmente entramos no nosso casulo
Entre paredes de confusão e sedosa contemplação
Batalhamos o nosso interior que exige o actual estado de coisas
Presos num colete de forças do conforto do que sempre foi
Para eventualmente romper do enlaço de nós próprios
Deixando para trás o que já não precisa de ser mais
Peles mortas da serpente que sua própria cauda devorava
Renasce da luta um novo Eu, aquele que sobreviveu
Um Eu forjado pelo fogo, preparado para um novo mundo

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