É a liturgia
De orfãos planetas
Entregues
À letargia
De mortos deuses
Ao descaso do cosmos
Findando na demanda
Por uma ordem no caos
Irresolúvel epopeia
Eis que
Almejo transmutar
Na alquimia do fogo
Manusear na insensatez
Esculpir o fado
De homens de barro
Exercer dominio
Sobre instintos jorrando
Do pântano da alma
Ávidos de dilacerar
O escárnio do tempo
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